Entre os projetos em curso no Laboratório (Lassu), estão a criação de tecnologias para a indústria produzir computadores mais recicláveis e o treinamento de jovens de baixa renda para trabalharem com resíduos eletrônicos. Ao MIT, o Lassu submeteu proposta de capacitar catadores de lixo e de desenvolver metodologias para desmontar computadores usados. À Fapesp, pediu financiamento para gerar indicadores de governança de sustentabilidade em TI.
O projeto CW 300 Maiores Empresas de TI e Telecom vai premiar as ações da indústria das TIC na direção das melhores práticas ambientais e sociais. A metodologia foi desenvolvida pelo pesquisador ambiental Sérgio Abranches, PhD em Ciência Política pela Universidade Cornell, em Nova York, que também vai apoiar a formação de um comitê de profissionais especializados para analisar os projetos.
O pesquisador Sérgio Abranches analisa os principais marcos legais da sutentabilidade do país — a lei de mudança climática e a política de resíduos — e dá dicas para empresas que queiram aderir a práticas responsáveis. Segundo ele, o Brasil pode perder competitividade global, uma vez que exigências de TI Verde começam a fazer parte das relações de comércio internacional.